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13/09/2021

A importância do humor em tempos de pandemia

A importância do humor em tempos de pandemia
13/09/2021

Você consegue imaginar o que seria suportar esse ano tão difícil sem um pouco de alegria? É fato, o humor traz um pouco de leveza nestes tempos de pandemia e de polarização, e quando se trata do rádio, ele está acessível a todos, de uma forma democrática. O humor é uma estratégia de sobrevivência, e também uma forma refinada e descontraída de contribuir para levar informação e um olhar crítico, sem perder o riso e a esperança.

“É tão gratificante poder levar alegria às pessoas que estão tristes, aflitas, que perderam seus entes queridos, ou estão em casa, eu acho que isso não tem preço. Ainda bem que a gente tem humor para dar uma cor a este momento tão preto e branco, com a leveza do humor é possível transformar o mundo”, destaca o humorista e radialista Pablo Wenceslau Braz, o Guguzinho, do programa Hora da Fama na RicFm.

Para ele, unir humor e informação é uma forma de falar de assuntos sérios, orientar, de fazer as pessoas refletirem, como por exemplo, a respeito das medidas de segurança na pandemia, mas sem deixar de priorizar o bem-estar e a alegria. “As pessoas estão preocupadas com esse momento, eu acho que humor ajuda, ele cura, e quanto mais as pessoas estiverem felizes, mais elas estarão curadas. Eu acredito nisso, porque a mente é poderosa, mas o humor é muito mais”, diz

Para o humorista Diogo Almeida, que faz o programa diário Boa da Pan, da Jovem Pan, o humor é uma estratégia de sobrevivência nos tempos atuais. Afinal, será que seria possível viver esse tempo todo de pandemia, ou qualquer outro momento, sem o riso?

“Hoje em dia as pessoas perderam a noção da importância do humor. Imagina se fosse decretado que a partir de hoje seria impossível produzir piada e rir de qualquer coisa? Se não tivesse mais humor no mundo, acredito que as pessoas estariam com um pé na loucura, afinal, às vezes a gente precisa escapar e relaxar, ir para um lugar e fugir temporariamente de tudo aquilo que estamos vivendo e o humor proporciona essa fuga”, destacou.

O humor é substrato do dia a dia, ele está em tudo e em todos, seja no trabalho, em casa, na mesa de um bar, num almoço com os amigos, na conversa em casa com a esposa, com os filhos. Além disso, está comprovado que o riso faz bem ao corpo e a alma, libera endorfina, hormônio que promove a sensação de bem-estar e serotonina, neurotransmissor relacionado ao contentamento, que protege o coração contra infarto. Ou seja, rir também faz bem para o coração, e não tem contra-indicações.

“O humor libera hormônios do prazer, é um mecanismo que o nosso corpo utiliza para que seja possível nos mantermos vivos mesmo diante a tudo o que passamos. Ele é sem dúvida uma estratégia de sobrevivência para o ser humano”, afirma Almeida.

Fazer rir, mas sem perder o olhar crítico 

E será que é possível fazer humor, mas sem perder o senso crítico? Um dos papéis do humor é ter esse olhar crítico, onde é possível falar de tudo, mas sempre dando aquela alfinetada para as pessoas saírem do senso comum, afirma Diogo Almeida.

“As coisas simples do cotidiano, que tendem a não ter a nossa atenção, não podem passar despercebidas pela nossa vida, ou seja, a vida do humorista, sem que aquilo vire piada. Afinal, temos muitos pontos em comum como seres humanos, mas é preciso estar atento”, acrescenta.

Para Pablo Wenceslau Braz, o cotidiano também serve de inspiração para seu trabalho, inclusive, sem perder o olhar atento às dificuldades das pessoas.  Para ele, o humor está na vida diária, seja na vida política, na internet, na rotina, é só é preciso dar uma lapidada e fazer o humor acontecer.

”Não tem como esconder a situação em que estamos vivendo, como na política, ou na pandemia, afinal também somos cidadãos e podemos usar o humor para fazer a reclamação. Dependendo do jeito que você usa o humor, é sempre mais poderoso, porque o alcance acaba sendo maior. Mas é fundamental lembrar sempre do olhar crítico, e também, entender o que as pessoas precisam”, diz.

Fonte: AERP

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