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10/04/2018

Emissoras veem redes sociais como plataforma para agregar novas audiências

Emissoras veem redes sociais como plataforma para agregar novas audiências
10/04/2018

Embora disputem o investimento publicitário com os grupos tradicionais de mídia, as redes sociais não são vistas como competidores na briga pela audiência por estes grupos. Pelo contrário, são importantes ferramentas para engajar a audiência e até trazer novos espectadores. A opinião é de Marla Drutz, vice-presidente e general manager da emissora americana WDIV-TV, que participou de debate durante o NAB Show nesta segunda, 9, em Las Vegas. Segundo ela, há cinco anos a mídia social se tornou um complemento à audiência do canal. “Ainda a primeira coisa que eu olho é a audiência do canal, mas a segunda é a repercussão nas redes sociais e isso tem um impacto enorme na programação. Você não é a TV número um de notícias no seu mercado se você não é também a número um nas plataformas digitais”, disse a executiva.

Segundo ela, mesmo sendo um grupo de mídia tradicional, e cobrando pelo conteúdo, a emissora encoraja seus jornalistas e publicar também as notícias importantes em suas redes sociais. “Também fazemos diversas coberturas ao vivo nessas plataformas. Com isso, ganhamos relevância e repercussão”, explica.

Para Noah Theran, SVP de global public affairs & communications na Internet Association, a internet mudou a forma como a mídia é distribuída e o resultado, em geral, é bom. “Haverá muita mudança no cenário ao longo do tempo, mas o futuro será melhor em termos de volume de opiniões. Alguns grupos regionais, como a WDIV-TV, estão se tornando nacionais e graças à cobertura que fazem na Internet. Hoje qualquer grupo pode ter uma cobertura nacional ou internacional”, diz.

Para Theran, embora o faturamento publicitário dos plataformas digitais cresçam muto acima da média do mercado, a qualidade do jornalismo dos grupos tradicionais tende a garantir sua presença nessas novas plataformas. “As pessoas adoram compartilhar notícias. Mais notícias são consumidas hoje do que em qualquer outra época”, completa.

Fonte: Tela Viva

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