{"id":9619,"date":"2019-02-26T11:15:50","date_gmt":"2019-02-26T14:15:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sertsc.org.br\/site\/?p=9619"},"modified":"2019-02-26T11:15:50","modified_gmt":"2019-02-26T14:15:50","slug":"em-enquete-49-acham-importante-que-migracao-am-fm-evite-o-uso-do-fm-estendido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/em-enquete-49-acham-importante-que-migracao-am-fm-evite-o-uso-do-fm-estendido\/","title":{"rendered":"Em enquete, 49% acham importante que a migra\u00e7\u00e3o AM-FM evite o uso do FM estendido"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Entre os meses de outubro de 2018 e janeiro de 2019, o\u00a0<strong>tudoradio.com<\/strong>\u00a0lan\u00e7ou uma enquete sobre a migra\u00e7\u00e3o AM-FM em dial convencional (de 88.1 FM a 107.9 FM) e na faixa estendida (o futuro FMe, iniciado em 76 MHz). A quest\u00e3o levantada era se o uso do FMe deveria ser evitado ou n\u00e3o e se a maior presen\u00e7a de FMs na faixa convencional poderia ser um problema. No geral, as respostas ficaram bem divididas, com 49% dos participantes indicando que \u00e9 necess\u00e1rio evitar o uso do FMe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 um processo de acomoda\u00e7\u00e3o do maior n\u00famero poss\u00edvel de migrantes AM-FM na faixa convencional, que vai de 88.1 FM a 107.9 FM no Brasil. E esse fato foi o tema central da enquete realizada pelo portal, onde 49% concordou com esse esfor\u00e7o, indicando que &#8220;\u00e9 preciso evitar o uso do FMe (estendido)&#8221;\u00a0e que isso &#8220;ser\u00e1 melhor para o r\u00e1dio&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 22% dos participantes da enquete consideraram a quest\u00e3o indiferente, ou seja, concordam com \u00a0a afirma\u00e7\u00e3o de que &#8220;a ind\u00fastria de r\u00e1dio j\u00e1 est\u00e1 se adaptando para atender tanto a faixa FM convencional, como a estendida&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os outros 29% dos participantes, ou seja, a segunda op\u00e7\u00e3o mais votada na enquete, consideram ruim a maior acomoda\u00e7\u00e3o de FMs na faixa convencional, concordando com a afirma\u00e7\u00e3o de que &#8220;vai ampliar muito a ocupa\u00e7\u00e3o do espectro FM, diminuindo o alcance das FMs j\u00e1 existentes&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 um processo de acomoda\u00e7\u00e3o do maior n\u00famero poss\u00edvel de migrantes AM-FM na faixa convencional, que vai de 88.1 FM a 107.9 FM no Brasil. E esse fato foi o tema central da enquete realizada pelo portal, onde 49% concordou com esse esfor\u00e7o, indicando que &#8220;\u00e9 preciso evitar o uso do FMe (estendido)&#8221;\u00a0e que isso &#8220;ser\u00e1 melhor para o r\u00e1dio&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 22% dos participantes da enquete consideraram a quest\u00e3o indiferente, ou seja, concordam com \u00a0a afirma\u00e7\u00e3o de que &#8220;a ind\u00fastria de r\u00e1dio j\u00e1 est\u00e1 se adaptando para atender tanto a faixa FM convencional, como a estendida&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os outros 29% dos participantes, ou seja, a segunda op\u00e7\u00e3o mais votada na enquete, consideram ruim a maior acomoda\u00e7\u00e3o de FMs na faixa convencional, concordando com a afirma\u00e7\u00e3o de que &#8220;vai ampliar muito a ocupa\u00e7\u00e3o do espectro FM, diminuindo o alcance das FMs j\u00e1 existentes&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-9620 size-full\" src=\"http:\/\/www.sertsc.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/5c745a65bd1d4.png\" alt=\"5c745a65bd1d4\" width=\"500\" height=\"319\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: TudoR\u00e1dio<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre os meses de outubro de 2018 e janeiro de&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/em-enquete-49-acham-importante-que-migracao-am-fm-evite-o-uso-do-fm-estendido\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9621,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":{"0":"post-9619","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9619","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9619"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9619\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9619"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9619"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9619"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}