{"id":7989,"date":"2018-06-29T16:15:07","date_gmt":"2018-06-29T19:15:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sertsc.org.br\/site\/?p=7989"},"modified":"2018-06-29T16:15:07","modified_gmt":"2018-06-29T19:15:07","slug":"radialistas-compartilham-levantamento-da-nielsen-que-aponta-forte-popularidade-do-radio-na-era-do-spotify","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/radialistas-compartilham-levantamento-da-nielsen-que-aponta-forte-popularidade-do-radio-na-era-do-spotify\/","title":{"rendered":"Radialistas compartilham levantamento da Nielsen que aponta a forte popularidade do R\u00e1dio na &#8220;era do Spotify&#8221;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Artigo foi publicado pelo portal norte-americano Quartz em outubro passado. Atualmente essa realidade n\u00e3o foi alterada<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta sexta-feira (29) v\u00e1rios radialistas brasileiros est\u00e3o compartilhando em suas redes sociais um <a href=\"https:\/\/qz.com\/1094963\/radio-survived-the-tape-cd-and-ipod-in-the-age-of-spotify-its-more-popular-than-ever\/\">artigo<\/a> publicado pelo portal Quartz que destaca a alta popularidade do r\u00e1dio (FM\/AM) mesmo com a \u201cera Spotify\u201d (apesar da plataforma n\u00e3o ser apresentada como concorrente direta). O levantamento \u00e9 da Nielsen e \u00e9 relacionado ao mercado dos Estados Unidos, publicado pelo portal em outubro do ano passado. Apesar de n\u00e3o ser atual (a pesquisa tem mais de oito meses em rela\u00e7\u00e3o a sua divulga\u00e7\u00e3o), pouco mudou nesse cen\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O artigo \u201cRadio survived the tape, CD, and iPod. In the age of Spotify, it\u2019s more popular than ever\u201d destaca pontos como a sobreviv\u00eancia do r\u00e1dio perante outros formatos de m\u00eddia que perderam muito espa\u00e7o no h\u00e1bito de consumo da popula\u00e7\u00e3o norte-americana. Mesmo com o avan\u00e7o consider\u00e1vel na oferta de novos formatos de streaming (em destaque os servi\u00e7os de streaming para m\u00fasica, como Spotify e Pandora), a relev\u00e2ncia do r\u00e1dio n\u00e3o foi abalada, indo de 96% dos consumidores ouvindo r\u00e1dio semanalmente em 2001 para marcas pr\u00f3ximas dos 90% em dias atuais (Nielsen, 2017), sendo de 93% no \u00faltimo levantamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.sertsc.org.br\/site\/radialistas-compartilham-levantamento-da-nielsen-que-aponta-forte-popularidade-do-radio-na-era-do-spotify\/imagem-1\/\" rel=\"attachment wp-att-7990\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-7990\" src=\"http:\/\/www.sertsc.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/IMAGEM-1.png\" alt=\"IMAGEM 1\" width=\"450\" height=\"230\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O artigo chama a aten\u00e7\u00e3o pra outro fato que tamb\u00e9m foi muito divulgado na \u00e9poca, inclusive pelo tudoradio.com e em congressos realizados pelo Brasil: o r\u00e1dio continua na lideran\u00e7a no modo como os norte-americanos descobrem novas m\u00fasicas (veja o quadro acima). Apesar do levantamento ser de 2017, isso pouco mudou atualmente segundo pesquisas mais recentes realizadas no Brasil e tamb\u00e9m em outros pa\u00edses, mostrando a relev\u00e2ncia que a m\u00fasica possu\u00ed no meio r\u00e1dio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E em 2018?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.sertsc.org.br\/site\/radialistas-compartilham-levantamento-da-nielsen-que-aponta-forte-popularidade-do-radio-na-era-do-spotify\/im2\/\" rel=\"attachment wp-att-7991\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-7991\" src=\"http:\/\/www.sertsc.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/IM2.png\" alt=\"IM2\" width=\"500\" height=\"465\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recentemente uma pesquisa na Nielsen apontou que o r\u00e1dio \u00e9 determinante para a tomada de decis\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao consumo de tend\u00eancias comportamentais por parte da popula\u00e7\u00e3o, taxando o meio como \u201cThe New Black\u201d e tamb\u00e9m o fato da audi\u00eancia de r\u00e1dio estar mais pr\u00f3xima do &#8220;ponto de compra&#8221; na compara\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico presente em outro formato de m\u00eddia, o que mant\u00e9m o ve\u00edculo competitivo no cen\u00e1rio comercial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O alcance segue em alta, seja nos Estados Unidos e tamb\u00e9m em outros pa\u00edses, como no Brasil. L\u00e1 a Nielsen aponta que o r\u00e1dio atinge a marca de 93%, liderando entre todas as plataformas de m\u00eddia no in\u00edcio de 2018. Isso resulta em um alcance semanal do r\u00e1dio de 228,5 milh\u00f5es, o que \u00e9 bem superior a 67,6 milh\u00f5es de streaming, 25,9 milh\u00f5es de r\u00e1dio por sat\u00e9lite (m\u00eddia comum nos Estados Unidos, que n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o ao r\u00e1dio FM\/AM) e a 20,7 milh\u00f5es dos podcasts.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil, segundo levantamento do Kantar Ibope Media, 91,9% dos brasileiros ouvem R\u00e1dio. E 93% dos ouvintes de R\u00e1dio preferem ouvir m\u00fasica pelo meio no pa\u00eds. Essa tend\u00eancia tamb\u00e9m apareceu na \u00faltima enquete realizada pelo Tudo R\u00e1dio, onde 89% dos participantes tem o r\u00e1dio como fonte para consumo de m\u00fasica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">FONTE: Tudo R\u00e1dio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artigo foi publicado pelo portal norte-americano Quartz em outubro passado.&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/radialistas-compartilham-levantamento-da-nielsen-que-aponta-forte-popularidade-do-radio-na-era-do-spotify\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7992,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":{"0":"post-7989","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7989","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7989"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7989\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7989"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7989"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7989"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}