{"id":7499,"date":"2018-05-17T10:50:09","date_gmt":"2018-05-17T13:50:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sertsc.org.br\/site\/?p=7499"},"modified":"2018-05-17T10:50:09","modified_gmt":"2018-05-17T13:50:09","slug":"pesquisa-da-kantar-afirma-que-fake-news-reforcou-credibilidade-da-imprensa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/pesquisa-da-kantar-afirma-que-fake-news-reforcou-credibilidade-da-imprensa\/","title":{"rendered":"Pesquisa da Kantar afirma que Fake News refor\u00e7ou a credibilidade da imprensa"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Em tempos de internet e redes sociais, ler\/receber not\u00edcias falsas, ou as chamadas Fake News, n\u00e3o \u00e9 nenhuma novidade. Muitos pregavam que as redes sociais e a internet estariam com os dias contados s\u00f3 por causa disso ou o pr\u00f3prio Jornalismo. S\u00f3 que o tiro tem sa\u00eddo pela culatra. Com o passar dos anos, as pessoas come\u00e7aram a ficar mais atentas aos conte\u00fados e selecionam mais o que ir\u00e3o acreditar ou n\u00e3o. E quando querem saber a respeito de algum assunto, se informar, 75% delas est\u00e3o recorrendo sites confi\u00e1veis e de qualidade, sendo que, no Brasil, esse n\u00famero chega a 90%. \u00c9 o que diz a pesquisa &#8220;Trust in News&#8221; feita pela <a href=\"http:\/\/www.kantar.com\/\">Kantar<\/a> no Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e Fran\u00e7a com 16.000 pessoas, dessas, 2.000 eram do Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para 73% dos entrevistados, prevalece a opini\u00e3o que &#8220;jornalismo de qualidade \u00e9 fundamental para uma democracia saud\u00e1vel&#8221;. No entanto, somente um pouco mais da metade deles acredita que o que l\u00ea \u00e9 verdade &#8220;na maioria das vezes&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Comparando a aten\u00e7\u00e3o dada em not\u00edcias publicadas em outras m\u00eddias como jornais, revistas e r\u00e1dio, a internet ainda \u00e9 a que mais desperta interesse dos consumidores \u2013 59% presta muita aten\u00e7\u00e3o \u00e0s not\u00edcias online. Afirmaram ainda estarem atentos tamb\u00e9m \u00e0 publicidade, sendo 29% respondendo que notam os an\u00fancios que veem nos sites. No Brasil, esses 79% dos entrevistados afirmam estar muito atentos \u00e0s not\u00edcias online, enquanto a tv ret\u00e9m a aten\u00e7\u00e3o de 69% deles. Quando questionados sobre a sua rela\u00e7\u00e3o com a publicidade, 51% est\u00e3o atentos aos an\u00fancios online e apenas 34% reparam nos an\u00fancios impressos. Mundialmente falando, a audi\u00eancia jovem se lembra e confia mais em an\u00fancios do meio online.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As redes sociais s\u00e3o consideradas a fonte menos confi\u00e1vel de not\u00edcias, bem como de consumo de publicidade e conte\u00fado de marca. Apesar de representarem uma boa fonte para 62% dos entrevistados, apenas 11% deles confia no que l\u00ea nas m\u00eddias sociais, seja an\u00fancio ou conte\u00fado. Globalmente, os consumidores acreditam que not\u00edcias publicadas em sites de relacionamento s\u00e3o sensacionalistas (28%) e falsas (26%), enquanto que as publica\u00e7\u00f5es em publishers de conte\u00fado s\u00e3o informativas (35%) e precisas (22%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAgora, mais do que nunca, os leitores precisam dos publishers para consumirem reportagens de qualidade de fontes confi\u00e1veis\u201d, disse Luis Resola, Diretor de Publishing da Teads para Am\u00e9rica Latina. \u201cEsse estudo valida que os anunciantes devem continuar a abra\u00e7ar as not\u00edcias como uma maneira de associar a sua marca \u00e0 um ambiente de conte\u00fado aut\u00eantico e relevante\u201d, completa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FONTE: Acontecendo Aqui.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em tempos de internet e redes sociais, ler\/receber not\u00edcias falsas,&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/pesquisa-da-kantar-afirma-que-fake-news-reforcou-credibilidade-da-imprensa\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7502,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":{"0":"post-7499","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7499","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7499"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7499\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7499"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7499"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7499"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}