{"id":5554,"date":"2017-09-11T10:08:53","date_gmt":"2017-09-11T13:08:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sertsc.org.br\/site\/?p=5554"},"modified":"2017-09-11T10:08:53","modified_gmt":"2017-09-11T13:08:53","slug":"televisao-quer-e-precisa-estar-sintonizada-nos-millennials","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/televisao-quer-e-precisa-estar-sintonizada-nos-millennials\/","title":{"rendered":"A televis\u00e3o quer e precisa estar sintonizada nos millennials"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Se por um lado a televis\u00e3o brasileira continua poderosa, tanto sob o ponto de vista de investimentos publicit\u00e1rios como em termos de audi\u00eancia propriamente, por outro, \u00e9 imposs\u00edvel negar que a maneira como as pessoas consomem conte\u00fado tem mudado radicalmente nos \u00faltimos anos. A internet, a multiplica\u00e7\u00e3o de gadgets e as redes sociais apresentam diversos novos desafios pela frente para plataformas, ag\u00eancias e anunciantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste novo universo onde principalmente os mais jovens assistem, leem ou ouvem o que querem, quando querem e da maneira que querem, a televis\u00e3o tem se reinventado para manter a conex\u00e3o com esse p\u00fablico. Para aprofundar um pouco mais o assunto, conversamos com a Renata Longhi, diretora de conte\u00fado da F.Biz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que a TV precisa fazer para conquistar os millennials?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entender o que est\u00e1 por tr\u00e1s das mudan\u00e7as de comportamento e se adaptar. Para o p\u00fablico, n\u00e3o existe rejei\u00e7\u00e3o ao formato de TV tradicional. O que existe \u00e9 um volume infinitamente maior de op\u00e7\u00f5es, com as mesmas 24 horas no dia. Hoje, as pessoas s\u00e3o mais seletivas e esperam ter mais controle do que assistir e quando assistir, com menos casualidade no consumo de conte\u00fado pela TV. A adapta\u00e7\u00e3o para formatos de\u00a0streaming, como as emissoras aqui e l\u00e1 fora j\u00e1 v\u00eam fazendo, \u00e9 um formato promissor por oferecer esse controle. Por outro lado, o efeito &#8220;ao vivo&#8221;, que re\u00fane audi\u00eancias em torno de um mesmo conte\u00fado, ao mesmo tempo, \u00e9 ainda um grande diferencial da TV tradicional, e pode ser um trunfo se bem utilizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O maior desafio \u00e9 contexto, linguagem ou as duas coisas?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As duas coisas, mas certamente o contexto tem um peso maior. N\u00e3o adianta colocar na TV a personalidade que o millennial curte, com a linguagem que ele consome na internet, se o assunto n\u00e3o for altamente relevante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A televis\u00e3o est\u00e1 evoluindo nesta conversa com as novas gera\u00e7\u00f5es? Quais s\u00e3o os ind\u00edcios que comprovam isso?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em alguns aspectos, sim. Hoje, j\u00e1 se v\u00ea as emissoras disponibilizando conte\u00fado via\u00a0streaming\u00a0para que o consumidor possa escolher quando e onde assistir. Al\u00e9m disso, a TV tamb\u00e9m vem emprestando linguagens que tenham forte apelo, trazendo influenciadores digitais para a programa\u00e7\u00e3o e apostando em formatos e temas que tenham mais resson\u00e2ncia junto a esse p\u00fablico. O pr\u00f3prio uso de\u00a0hashtags\u00a0por programa, que \u00e9 extremamente simples, ajuda a reunir uma comunidade em torno da programa\u00e7\u00e3o, e assim deixar a experi\u00eancia mais conectada a esse p\u00fablico. O que ainda \u00e9 um desafio \u00e9 a segmenta\u00e7\u00e3o. A internet oferece, al\u00e9m do controle, um volume de op\u00e7\u00f5es e &#8220;canais&#8221; muito contextualizados. Ao contr\u00e1rio da televis\u00e3o, que n\u00e3o consegue replicar porque precisa de escala.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De que maneira a converg\u00eancia da televis\u00e3o com o mundo digital contribui com essa possibilidade de aumentar o engajamento com os millennials?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Controle e comunidade s\u00e3o dois pontos importantes. Controle, para acompanhar o conte\u00fado que quiser, como preferir, com op\u00e7\u00f5es mais diversas de programa\u00e7\u00e3o. E comunidade, por reunir pessoas com interesses parecidos em torno dos programas, pensando os seus fatos, contextos, discuss\u00f5es com este objetivo de gerar conversas. Tem que fazer sentido assistir ao mesmo tempo e todo mundo, sen\u00e3o, a relev\u00e2ncia acaba sendo muito mais compar\u00e1vel a todas as outras op\u00e7\u00f5es que se t\u00eam na Netflix ou Youtube. O futebol tem esse poder de reunir comunidades, ao mesmo tempo, na frente da TV, justamente porque n\u00e3o tem gra\u00e7a saber o resultado antes de ver o jogo, e ningu\u00e9m quer gritar gol sozinho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que podemos dizer tamb\u00e9m sobre a transforma\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia de assistir televis\u00e3o nos \u00faltimos anos?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 alguns elementos de transforma\u00e7\u00e3o. A internet j\u00e1 invadiu a TV e, agora, assistir televis\u00e3o \u00e9 um comportamento que vai muito al\u00e9m de zapear canais abertos ou pagos. Outro ponto \u00e9 que o\u00a0second screen\u00a0pode realmente transformar a experi\u00eancia de ver TV, e essa pode ser a chave do sucesso de alguns programas. A segmenta\u00e7\u00e3o e o contexto da programa\u00e7\u00e3o tendem a isolar cada vez mais as pessoas da fam\u00edlia nos seus pr\u00f3prios dispositivos e escolhas. E finalmente, para n\u00e3o falar s\u00f3 de entretenimento, o comportamento dos\u00a0millennials\u00a0para consumo de not\u00edcias \u00e9 cada vez mais digital, ligado a redes sociais, e menos fiel a notici\u00e1rios de TV.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De maneira geral, o que o cliente precisa saber sobre engajar os millennials na televis\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Propaganda tamb\u00e9m pode ser feita para gerar conversas, mesmo na TV. Tendo em mente que o consumidor assiste televis\u00e3o com o celular nas m\u00e3os, a comunica\u00e7\u00e3o pode explorar outros recursos e ser muito mais envolvente. Al\u00e9m disso, o entretenimento feito por marcas \u00e9 uma tend\u00eancia e uma forma de gerar valor para o consumidor, refor\u00e7ando a associa\u00e7\u00e3o da marca a valores e territ\u00f3rios relevantes. A marca pode sair do\u00a0break\u00a0e ir de fato para dentro do conte\u00fado, n\u00e3o s\u00f3 via\u00a0merchandising, mas, de fato, oferecendo para o p\u00fablico o conte\u00fado que ele valoriza e deseja assistir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span class=\"bolder\">Fonte: Renato Rogenski, Ad News.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se por um lado a televis\u00e3o brasileira continua poderosa, tanto&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/televisao-quer-e-precisa-estar-sintonizada-nos-millennials\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5305,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[36],"tags":[67,50,70,65,51,62,43,52,63,66,64,71,53,54,46,60,47,56,61,58,69,59],"class_list":{"0":"post-5554","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-artigos","8":"tag-capacitacao","9":"tag-emissoras-de-radio","10":"tag-emissoras-de-radio-e-tv","11":"tag-emissoras-de-tv","12":"tag-encontro-regional","13":"tag-gestao","14":"tag-mctic","15":"tag-migracao-am-fm","16":"tag-planejamento-estrategico","17":"tag-radio-e-tv","18":"tag-redes-sociais","19":"tag-reforma-trabalhista","20":"tag-representante-patronal","21":"tag-santa-catarina","22":"tag-sc","23":"tag-seminarios","24":"tag-sertsc","25":"tag-sindicato-patronal","26":"tag-televisao","27":"tag-tv","28":"tag-tv-aberta","29":"tag-tv-digital"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5554","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5554"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5554\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5554"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5554"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5554"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}