{"id":3475,"date":"2017-01-03T09:41:56","date_gmt":"2017-01-03T11:41:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sertsc.org.br\/site\/?p=3475"},"modified":"2017-01-03T09:41:56","modified_gmt":"2017-01-03T11:41:56","slug":"ibge-cresce-numero-de-domicilios-capazes-de-sintonizar-tv-digital","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/ibge-cresce-numero-de-domicilios-capazes-de-sintonizar-tv-digital\/","title":{"rendered":"IBGE: Cresce n\u00famero de domic\u00edlios capazes de sintonizar TV Digital"},"content":{"rendered":"<p class=\"post-subtitle subtitle\" style=\"text-align: justify;\">19,7% dos domic\u00edlios com TV necessitam adequa\u00e7\u00e3o para receber sinal digital, em 2013 eram 28,5%<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) divulgou no dia\u00a022 de dezembro, dados sobre o consumo de TV da \u00faltima pesquisa nacional por amostra de domic\u00edlios (PNAD), feita em 2015. Os n\u00fameros indicam que cresceu no pa\u00eds a quantidade de casas com aparelhos capazes de sintonizar TV Digital, o que ajuda a reduzir a press\u00e3o sobre os <a href=\"http:\/\/www.telesintese.com.br\/abert-quer-conhecer-calculos-da-anatel-que-justifiquem-os-r-36-bi-para-limpeza-da-faixa-de-700-mhz\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">investimentos necess\u00e1rios<\/a> pelas operadoras para proporcionar a <a href=\"http:\/\/www.telesintese.com.br\/so-quando-tv-for-desligada-e-que-todos-poderao-ter-o-sinal-digital-diz-ead\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">limpeza da faixa de 700 MHz<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda assim, a quantidade de resid\u00eancias que sofreria com o apag\u00e3o \u00e9 grande. Em 19,7% dos domic\u00edlios particulares permanentes com aparelho de televis\u00e3o (13 milh\u00f5es) n\u00e3o havia nenhum desses tr\u00eas tipos de alternativa de acesso a TV e, ap\u00f3s a mudan\u00e7a do sinal de TV de anal\u00f3gico para o digital, prevista pelo governo Federal, n\u00e3o teriam acesso \u00e0 programa\u00e7\u00e3o televisiva. Em 2013, eram 28,5%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre os domic\u00edlios com TV, tinham acesso ao sinal digital de TV aberta cerca de 45,1%; 30% n\u00e3o tinham acesso ao sinal de televis\u00e3o digital aberto, mas contavam com pelo menos uma modalidade alternativa que permitia a recep\u00e7\u00e3o televisiva: antena parab\u00f3lica (21,4% dos domic\u00edlios), TV por assinatura (6,7%) e os que tinham parab\u00f3lica e assinatura simultaneamente (1,9%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A regi\u00e3o Norte continuou apresentando o maior percentual de domic\u00edlios sem nenhuma dessas tr\u00eas modalidades de acesso a programa\u00e7\u00e3o televisiva (25,4%), seguida por Nordeste (22%). O menor percentual foi registrado na Regi\u00e3o Sudeste (17,8%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Houve crescimento no percentual de domic\u00edlios com televis\u00e3o digital aberta, passando de 39,8% para 45,1%, entre 2014 e 2015. A televis\u00e3o digital aberta se expandiu tanto nos domic\u00edlios da \u00e1rea rural, como da \u00e1rea urbana, mas a diferen\u00e7a ainda persiste: 17,6% (\u00e1rea rural) e 49,4% (\u00e1rea urbana).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A regi\u00e3o Sudeste manteve o maior percentual de domic\u00edlios com televis\u00e3o digital aberta, alcan\u00e7ando pela primeira vez, mais da metade dos seus domic\u00edlios (53,1%), seguida das regi\u00f5es Sul (47,1%) e Centro-Oeste (45,0%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>TV por assinatura<\/strong><br \/>\nEntre 2014 e 2015, a propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios com TV\u00a0paga manteve-se est\u00e1vel (32,1% dos domic\u00edlios com TV). O Sudeste continuou apresentando a maior propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios com televis\u00e3o por assinatura, 43,4% (0,2 ponto percentual menor do que 2014), seguida das regi\u00f5es Sul (32,7%) e Centro-Oeste (30,7%) dos domic\u00edlios com aparelho de televis\u00e3o, respectivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os menores percentuais continuaram nas regi\u00f5es Norte (19,9%) e Nordeste (16,3%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Parab\u00f3lica<\/strong><br \/>\nA televis\u00e3o por antena parab\u00f3lica estava presente em 37,5% dos domic\u00edlios, uma queda de 0,5 ponto percentual, em rela\u00e7\u00e3o a 2014. Como nos anos anteriores, a presen\u00e7a na \u00e1rea rural (77%) foi superior \u00e0 urbana (31,3%). A menor propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios com televis\u00e3o por antena parab\u00f3lica, foi na regi\u00e3o Sudeste (26,9%), enquanto Nordeste teve a maior (51,3%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Aparelhos de TV<\/strong><br \/>\nPela primeira vez, o n\u00famero de televis\u00f5es de tela fina superou o n\u00famero de televis\u00f5es de tubo. Foram estimadas 46,5 milh\u00f5es televis\u00f5es de tubo (44,5%) e 58,1 milh\u00f5es de tela fina (55,5%). A regi\u00e3o Nordeste apresentou o maior percentual de domic\u00edlios com apenas televis\u00e3o de tubo (51,1%) e \u00e9 a \u00fanica grande regi\u00e3o em que ainda mais da metade dos domic\u00edlios possuem somente televis\u00e3o de tubo; a regi\u00e3o Centro-Oeste, a maior propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios com somente televis\u00e3o de tela fina (48,5%); e a Sul, a maior propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios com ambos os tipos (26,9%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Teles\u00edntese.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>19,7% dos domic\u00edlios com TV necessitam adequa\u00e7\u00e3o para receber sinal&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/ibge-cresce-numero-de-domicilios-capazes-de-sintonizar-tv-digital\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3476,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[33],"tags":[],"class_list":["post-3475","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-destaques"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3475","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3475"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3475\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3475"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3475"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3475"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}