{"id":14688,"date":"2021-02-25T13:02:27","date_gmt":"2021-02-25T16:02:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sertsc.org.br\/site\/?p=14688"},"modified":"2021-02-25T13:02:27","modified_gmt":"2021-02-25T16:02:27","slug":"como-as-marcas-podem-se-fazer-ouvir-na-internet","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/como-as-marcas-podem-se-fazer-ouvir-na-internet\/","title":{"rendered":"Como as marcas podem se fazer ouvir na Internet"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Por Fernando Morgado<\/p>\n<p>J\u00e1 \u00e9 lugar comum dizer que, com a Internet, todo ser humano se transformou em produtor de conte\u00fado. Tal fen\u00f4meno trouxe ineg\u00e1veis benef\u00edcios para a humanidade, mas, como dizem em Portugal, n\u00e3o h\u00e1 bela sem sen\u00e3o. A disputa pela aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico, inflamada por toda sorte de algoritmos, alcan\u00e7ou n\u00edveis inimagin\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As redes sociais se tornaram feiras livres. Um feirante (perfil) grita mais alto do que o outro, na esperan\u00e7a de chamar a aten\u00e7\u00e3o do cliente (usu\u00e1rio) que passa pela rua (feed). Para se fazerem ouvir na algazarra, muitos deixam qualquer escr\u00fapulo de lado, lan\u00e7ando m\u00e3o da mentira e do radicalismo. Justificam-se com a lenda do mundo virtual, no qual a web seria uma esp\u00e9cie de reino encantado distante das leis v\u00e1lidas no chamado mundo real.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao mesmo tempo, pessoas viram marcas e marcas viram pessoas. Os primeiros transformam suas vidas privadas em mercadoria, enquanto os \u00faltimos buscam humanizar seus discursos de venda. Para que ambos os fen\u00f4menos alcancem sucesso, mostra-se fundamental a constru\u00e7\u00e3o de um discurso cativante, ou seja, que prenda a audi\u00eancia. \u00c9 a\u00ed que surgem os prop\u00f3sitos. Nesse contexto, a busca por uma causa a defender se assemelha \u00e0 compra de uma roupa: ela precisa caber tanto na forma quanto no bolso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para que uma causa surta efeito, dois fatores s\u00e3o fundamentais: coer\u00eancia e planejamento. A coer\u00eancia aparece quando o discurso positivo se coaduna com a pr\u00e1tica, indo al\u00e9m da in\u00f3cua milit\u00e2ncia de hashtag. Assim, a marca contribui com o desenvolvimento da sociedade e ainda angaria a simpatia dos consumidores. Contudo, quando h\u00e1 diferen\u00e7a entre o que se diz e o que se faz, a credibilidade e, por conseguinte, os neg\u00f3cios rapidamente desmoronam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O planejamento envolve desde a avalia\u00e7\u00e3o de cen\u00e1rio at\u00e9 a mensura\u00e7\u00e3o dos resultados. Trata-se da pedra fundamental do profissionalismo. As marcas precisam de racionalidade para escolherem as emo\u00e7\u00f5es que querem despertar no p\u00fablico. Precisam tamb\u00e9m conhecer os recursos que possuem, de forma a n\u00e3o escolherem bandeiras pesadas demais para empunharem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marcas com prop\u00f3sito, desde que coerentes e bem planejadas, podem aproveitar melhor os espa\u00e7os abertos pelo avan\u00e7o do combate aos conte\u00fados t\u00f3xicos na Internet. Patrocinar conte\u00fados de excel\u00eancia, produzir seus pr\u00f3prios conte\u00fados (<i>brandcasters<\/i>) e deixar de dar dinheiro para quem dissemina o \u00f3dio s\u00e3o tr\u00eas exemplos de medidas que podem fazer uma empresa conquistar boas posi\u00e7\u00f5es na mente e no cora\u00e7\u00e3o dos consumidores. \u00c9 chegada a hora de substituir as\u00a0<i>fake news<\/i>\u00a0por\u00a0<i>true values<\/i>. Mais que um ato nobre, esse \u00e9 um bom neg\u00f3cio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Itsrio<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Fernando Morgado J\u00e1 \u00e9 lugar comum dizer que, com&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/como-as-marcas-podem-se-fazer-ouvir-na-internet\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":14689,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[36],"tags":[],"class_list":{"0":"post-14688","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-artigos"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14688","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14688"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14688\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14688"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14688"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14688"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}