{"id":14671,"date":"2021-02-23T16:35:42","date_gmt":"2021-02-23T19:35:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sertsc.org.br\/site\/?p=14671"},"modified":"2021-02-23T16:35:42","modified_gmt":"2021-02-23T19:35:42","slug":"especial-migracao-2a-parte-emissoras-de-radio-de-santa-catarina-relatam-experiencias-de-manter-ou-alterar-a-programacao-na-migracao-do-am-para-o-fm","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/especial-migracao-2a-parte-emissoras-de-radio-de-santa-catarina-relatam-experiencias-de-manter-ou-alterar-a-programacao-na-migracao-do-am-para-o-fm\/","title":{"rendered":"Especial Migra\u00e7\u00e3o (2\u00aa parte): Emissoras de r\u00e1dio de Santa Catarina relatam experi\u00eancias de manter ou alterar a programa\u00e7\u00e3o na migra\u00e7\u00e3o do AM para o FM"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">A\u00a0<b><strong>Rede de Not\u00edcias ACAERT \u2013 RNA<\/strong><\/b>\u00a0relata experi\u00eancias das emissoras que mantiveram ou alteraram a programa\u00e7\u00e3o no processo de migra\u00e7\u00e3o do AM para o FM. Na\u00a0<b><strong>segunda parte do especial<\/strong><\/b>, destacamos as emissoras que decidiram mudar a grade dos programas e at\u00e9 mesmo de marca.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\u00c9 o caso da\u00a0<b><strong>R\u00e1dio Difusora AM, de I\u00e7ara, que virou Massa FM.<\/strong><\/b>\u00a0V\u00e1rios fatores influenciaram na decis\u00e3o, entre eles, problemas geogr\u00e1ficos para instala\u00e7\u00e3o da nova antena e proje\u00e7\u00e3o de faturamento condizente com o volume de investimento necess\u00e1rio. Desde o in\u00edcio, a dire\u00e7\u00e3o da emissora sempre teve muitas d\u00favidas do sucesso da migra\u00e7\u00e3o do perfil do AM para o FM. A solu\u00e7\u00e3o foi pesquisar entre as redes nacionais de r\u00e1dio, qual oferecia a oportunidade de manter os comunicadores e not\u00edcias locais.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\u201cA Rede Massa vem ao encontro do que a gente pensava, porque ela liberava a programa\u00e7\u00e3o local. A programa\u00e7\u00e3o vem com os nomes, vinhetas e com a linha a ser seguida. Mas todos os comunicadores s\u00e3o nossos. Ent\u00e3o, das seis da manh\u00e3 \u00e0s seis da tarde, toda programa\u00e7\u00e3o sai do nosso est\u00fadio. E a play list. Como n\u00f3s somos uma r\u00e1dio sertaneja, a gente segue a play list que vem deles. A ideia da Rede Massa caiu muito bem para n\u00f3s, porque a gente p\u00f4de manter um jornalismo local\u201d, explica a\u00a0<b><strong>diretora da emissora, Carolina Guidi<\/strong><\/b>. Ela destaca ainda que a grande maioria dos clientes manteve-se fiel \u00e0 nova proposta da r\u00e1dio.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\"><b><strong>Ouvinte &#8211;<\/strong><\/b>\u00a0Se a virada de chave deu certo para uns, para outros, grandes altera\u00e7\u00f5es podem confundir o ouvinte. A\u00a0<b><strong>R\u00e1dio Centro Oeste AM, de Pinhalzinho,<\/strong><\/b>\u00a0tamb\u00e9m apostou numa grande mudan\u00e7a na programa\u00e7\u00e3o quando migrou para o FM em 2017, no primeiro lote de emissoras migrantes. A r\u00e1dio buscava nova oportunidade de posicionamento no mercado. A dire\u00e7\u00e3o reconhece que as altera\u00e7\u00f5es foram bruscas demais. No entanto, a r\u00e1dio encontrou o equil\u00edbrio de uma programa\u00e7\u00e3o ecl\u00e9tica, que mistura m\u00fasica, not\u00edcias e presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">O\u00a0<b><strong>jornalista Fabiano Ronco, da RCO<\/strong><\/b>, afirma que a participa\u00e7\u00e3o do ouvinte foi decisiva. \u201cNo in\u00edcio, n\u00f3s priorizamos mais a m\u00fasica, porque acredit\u00e1vamos que esse era um dos pontos principais que a emissora deveria fortalecer. Mas o nosso ouvinte tradicional, que era acostumado com a not\u00edcia, percebeu essa mudan\u00e7a dr\u00e1stica e sentiu a falta da informa\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, baseado nas pesquisas e no acompanhamento do ouvinte, conseguimos encontrar o equil\u00edbrio entre a programa\u00e7\u00e3o musical e a jornal\u00edstica\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">Uma das conclus\u00f5es do trabalho da<b><strong>\u00a0jornalista Rosely Rossi,<\/strong><\/b>\u00a0de Especializa\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o pela UniCeub, de Bras\u00edlia, mostra que mudan\u00e7as profundas podem quebrar o v\u00ednculo da emissora com o seu p\u00fablico. Rosely atua na\u00a0<b><strong>R\u00e1dio Cultura, de Campos Novos<\/strong><\/b>, que migrou em outubro de 2017. Segundo a jornalista, o processo levou em conta a opini\u00e3o dos ouvintes e do mercado, necessidade identificada em sua pesquisa. O play list acabou sendo renovado, a intera\u00e7\u00e3o com o ouvinte foi refor\u00e7ada e a comunica\u00e7\u00e3o ganhou dinamismo. O resultado apareceu no crescimento de audi\u00eancia, de acordo com a emissora.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400; text-align: justify;\">\u201cA interven\u00e7\u00e3o na grade da programa\u00e7\u00e3o da r\u00e1dio foi definida a partir das demandas do p\u00fablico ouvinte. Ouvimos os v\u00e1rios p\u00fablicos da emissora: ouvinte, mercado e o pessoal interno. N\u00f3s fizemos uma campanha de marketing durante a migra\u00e7\u00e3o com o objetivo de explicar que a R\u00e1dio Cultura n\u00e3o estava sendo extinguida\u201d, analisa a jornalista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: ACAERT<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A\u00a0Rede de Not\u00edcias ACAERT \u2013 RNA\u00a0relata experi\u00eancias das emissoras que&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/especial-migracao-2a-parte-emissoras-de-radio-de-santa-catarina-relatam-experiencias-de-manter-ou-alterar-a-programacao-na-migracao-do-am-para-o-fm\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":14672,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":{"0":"post-14671","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14671","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14671"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14671\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14671"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14671"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14671"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}