{"id":10486,"date":"2019-07-05T13:37:31","date_gmt":"2019-07-05T16:37:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sertsc.org.br\/site\/?p=10486"},"modified":"2019-07-05T13:37:31","modified_gmt":"2019-07-05T16:37:31","slug":"radio-sempre-atual-e-presente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/radio-sempre-atual-e-presente\/","title":{"rendered":"R\u00e1dio, sempre atual e presente"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;O r\u00e1dio ainda pulsa?&#8221; A resposta dos palestrantes para a pergunta que batizou o painel do 14\u00b0 Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, que aconteceu em S\u00e3o Paulo, na sexta-feira (28), foi un\u00e2nime: &#8220;n\u00e3o s\u00f3 pulsa, como pulsa muito bem&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Ricardo Gandour, diretor de Jornalismo da CBN, &#8220;o r\u00e1dio det\u00e9m caracter\u00edsticas como interatividade, instantaneidade e participa\u00e7\u00e3o da audi\u00eancia, que a m\u00eddia digital exacerbou, mas que j\u00e1 estavam no DNA do r\u00e1dio&#8221;. Ele lembrou as previs\u00f5es catastr\u00f3ficas da d\u00e9cada de 1950 que decretaram a morte do r\u00e1dio com a chegada da TV e destacou a presen\u00e7a que o meio continua tendo. \u201cH\u00e1 oito d\u00e9cadas, essa pergunta \u2013 \u00e9 o fim do r\u00e1dio? \u2013 j\u00e1 era feita. O r\u00e1dio passou por grandes transforma\u00e7\u00f5es com a TV e a evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, mas continua a\u00ed: em milh\u00f5es de ve\u00edculos, computadores, celulares e outros dispositivos m\u00f3veis\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m a editora-chefe da R\u00e1dio Ga\u00facha, Andressa Xavier, afirmou que o r\u00e1dio \u201cn\u00e3o est\u00e1 em coma nem sob aparelhos\u201d e que se adapta bem \u00e0 necessidade de se reinventar. \u201cTem que entender que tudo tem que ser reverberado \u00e0 m\u00e1xima pot\u00eancia\u201d, disse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Andressa destacou ainda a principal caracter\u00edstica do r\u00e1dio: \u201cN\u00e3o temos pretens\u00e3o de fazer TV. O neg\u00f3cio do r\u00e1dio \u00e9 o \u00e1udio. O ouvinte que est\u00e1 em casa deve saber o que est\u00e1 acontecendo, sem imagem, porque r\u00e1dio \u00e9 \u00e1udio\u201d, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao ser questionada sobre o papel do podcast, Andressa explicou que todo material que n\u00e3o entra no ar, como por exemplo, por motivo de tempo, vira podcast. \u201cO \u00e1udio, como meio de transmiss\u00e3o, conte\u00fado e conhecimento, pulsa mais que o r\u00e1dio\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 para Paula Scarpin, da R\u00e1dio Novelo, produtora de podcasts da revista Piau\u00ed, o podcast \u00e9 um modelo que est\u00e1 dando certo. \u201cFazemos document\u00e1rios sem imagens, para r\u00e1dio. \u00c9 o \u00e1udio sob demanda, para ouvir o que quiser, quando quiser\u201d, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voc\u00ea sabia?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O termo podcast nasceu da jun\u00e7\u00e3o das palavras iPod (tocadores de \u00e1udio digital produzidos pela Apple) e broadcast (transmiss\u00e3o via r\u00e1dio). O primeiro podcast surgiu em 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os podcasts s\u00e3o m\u00eddias voltadas para a transmiss\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es na internet. De modo geral, s\u00e3o como programas de r\u00e1dio, mas seus conte\u00fados s\u00e3o produzidos sob demanda e podem ser acessados pelo ouvinte quando ele quiser.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: ABERT<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;O r\u00e1dio ainda pulsa?&#8221; A resposta dos palestrantes para a&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/radio-sempre-atual-e-presente\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":10487,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":{"0":"post-10486","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10486","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10486"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10486\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10486"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10486"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sertsc.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10486"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}